Saúde e corpo
Uma parte dos diagnósticos de diabetes no Brasil começa numa cadeira de dentista. Não por acaso: a gengiva reage ao açúcar alto no sangue antes de qualquer exame. A Sociedade Brasileira de Diabetes reforçou em 2026 que cuidar da boca é parte do tratamento — não um extra. Abaixo, os 7 sinais que vemos há 30 anos em Cabo Frio, e o que fazer com eles.
"Nenhum desses sinais fecha diagnóstico. Mas dois ou três juntos, num paciente que nunca mediu a glicose, já me fizeram pegar o telefone e ligar para o médico dele muitas vezes."
— Dr. José Ricardo Noronha Rodrigues, Policlínica Dentária de Cabo FrioAqui está o que quase ninguém conta: a gengiva inflamada também piora o diabetes. A inflamação crônica aumenta a resistência à insulina e dificulta o controle da glicose. Tratar a periodontite melhora, em média, a hemoglobina glicada — o exame que o médico mais olha. Por isso a gengiva é tratamento, não vaidade. Mostramos o mecanismo em gengiva inflamada, coração e cérebro.
Pode — com a glicemia controlada. O dentista pede os exames recentes, combina o plano com o médico e reforça o cuidado de cicatrização. Diabetes descompensado aumenta risco de infecção e de falha do implante; por isso, primeiro se ajusta o controle, depois se opera. Ordem certa, resultado seguro.
Reconheceu dois ou mais sinais? Marque uma avaliação — e, se for o caso, a gente encaminha para o exame.
Agendar pelo WhatsApp →Na Policlínica Dentária de Cabo Frio, o paciente diabético é tratado com plano combinado com o médico: exames recentes na mão, radiografia na própria clínica, manutenção da gengiva a cada 3 meses. Há 30 anos, o Dr. José Ricardo (CRO-RJ 22193) e a Dra. Marcia (CRO-RJ 22.194) atendem pessoalmente na Rua Raul Veiga 409, loja 05, Centro de Cabo Frio, os pacientes de Cabo Frio, Búzios, São Pedro da Aldeia e região.
WhatsApp (22) 98812-2812. O exame demora. A boca avisa antes. E a gente escuta.